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O tipo de vegetação característico dessa região é a restinga, encontrada nas praias e planícies costeiras por todo litoral brasileiro. No parque são observadas desde plantas rasteiras até árvores com mais de 15 m de altura, contando com varias espécies de orquídeas, bromélias, clúsias, aroeiras, cactos e entre as espécies em via de extinção está a Jacquinia brasiliensis. Servem como abrigo e alimento para muitos animais encontrados nessa região, e é muito importante na fixação das dunas, evitando que a areia se espalhe. A restinga possui diversas fitofisionamias, diferenciando-se entre elas. Caracterizaram-se em 10 fitofisionomias de acordo com a influência do lençol freático, sendo elas: herbácea; não inundável; herbácea inundada; arbustiva fechada não inundável; arbustiva fechada inundável; arbustiva aberta não inundável; arbustiva aberta inundável; florestal não inundável; florestal inundável; florestal inundada.
 
O tipo de vegetação característico dessa região é a restinga, encontrada nas praias e planícies costeiras por todo litoral brasileiro. No parque são observadas desde plantas rasteiras até árvores com mais de 15 m de altura, contando com varias espécies de orquídeas, bromélias, clúsias, aroeiras, cactos e entre as espécies em via de extinção está a Jacquinia brasiliensis. Servem como abrigo e alimento para muitos animais encontrados nessa região, e é muito importante na fixação das dunas, evitando que a areia se espalhe. A restinga possui diversas fitofisionamias, diferenciando-se entre elas. Caracterizaram-se em 10 fitofisionomias de acordo com a influência do lençol freático, sendo elas: herbácea; não inundável; herbácea inundada; arbustiva fechada não inundável; arbustiva fechada inundável; arbustiva aberta não inundável; arbustiva aberta inundável; florestal não inundável; florestal inundável; florestal inundada.
|Threats and problems=Problema mais comum e antigo é a entrada ilegal de carros e motos na praia e no interior do Parque. Apesar das placas avisando, não respeitam e isso pode acarretar em problemas ao meio ambiente. Em casos mais incomuns os automóveis percorrem o interior do Parque e as dunas. Esses carros passam por cima da vegetação que tem um grande importância na fixação das dunas, Sem essa vegetação a arei é carregada alterando o ambiente, e invadindo ruas e casas. Outro impacto é em relação as tartarugas marinhas, pois os carros passam por cimas de seus ovos, impossibilitando que as tartaruguinhas nasçam.
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|Threats and problems=*'''Automóveis dentro do Parque'''
Outro problema e ameaça são as queimadas que destroem boa parte da vegetação e consequentemente eliminam vários habitats de outros seres, ocorrendo uma alteração significativa do meio ambiente. Devido a esses acontecimentos, foi criado um projeto chamado "Programa de recuperação e monitoramento pós-fogo do PEPCV", para recuperar parte da area queimada e pesquisar como a restinga comporta-se depois de incêndios.
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Problema mais comum e antigo é a entrada ilegal de carros e motos na praia e no interior do Parque. Apesar das placas avisando, não respeitam e isso pode acarretar em problemas ao meio ambiente. Em casos mais incomuns os automóveis percorrem o interior do Parque e as dunas. Esses carros passam por cima da vegetação que tem uma grande importância na fixação das dunas, Sem essa vegetação a areia é carregada alterando o ambiente, e invadindo ruas e casas. Outro impacto é em relação às tartarugas marinhas, pois os carros passam por cimas de seus ovos, impossibilitando que as tartaruguinhas nasçam.
A extração de areia é um problema que deve ser fiscalizado, pois foi um dos motivos para a criação do Parque, o que mesmo depois desse fato ainda realizam a extração ilegal de areia. Ocorre principalmente a noite, onde retiram toda a vegetação, matando muitas espécies.  Os animais acabam morrendo ou ficam sem lugar para sobreviver. É comum encontrar grandes buracos em que um dia foram uma bonita vegetação e que agora se transformaram em um ambiente degradado e sem vida.  A captura de aves é algo preocupante, pois elas tem uma grande importância na natureza, já que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente.
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*'''Incêndios Florestais'''
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Outro problema e ameaça são as queimadas que destroem boa parte da vegetação e consequêntemente eliminam vários habitats de outros seres, ocorrendo uma alteração significativa do meio ambiente. Devido a esses acontecimentos, foi criado um projeto chamado "Programa de recuperação e monitoramento pós-fogo do PEPCV", para recuperar parte da área queimada e pesquisar como a restinga comporta-se depois de incêndios.
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*'''Extração de areia'''
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A extração de areia é um problema que deve ser fiscalizado, pois foi um dos motivos para a criação do Parque, o que mesmo depois desse fato ainda realizam a extração ilegal de areia. Ocorre principalmente à noite, onde retiram toda a vegetação, matando muitas espécies.  Os animais acabam morrendo ou ficam sem lugar para sobreviver. É comum encontrar grandes buracos em que um dia foi uma bonita vegetação e que agora se transformaram em um ambiente degradado e sem vida.   
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*'''Captura de aves'''
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A captura de aves é algo preocupante, pois elas tem uma grande importância na natureza, já que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente.
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*'''Coletas de plantas nativas'''
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Na restinga, vivem muitas plantas bonitas, como as orquídeas e as bromélias. Mas a beleza se tornou uma ameaça, sendo utilizadas para a venda ou consumo, já que existem espécies com valor ornamental, medicinal e culinário. Mas cada planta tem uma importante função no ambiente. As bromélias por acumularem água, muitos animas utilizam-na como local para abrigar-se, alimentar-se ou reproduzir-ser. Retirar uma planta da restinga é ilegal e prejudica uma grande quantidade de seres vivos.
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*'''Espécies ameaçadas de extinção'''
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Com a intensa destruição da natureza, varias espécies de animais e plantas estão ameaçadas de extinção. Podem desaparecer se não tiverem um local adequado para sobreviver. Principais motivos, além da destruição do ambiente natural, tem a caça e coleta desses animais  e de plantas e a introdução de espécies exóticas no meio.
 
|Sources=http://sistemas.mma.gov.br/cnuc/index.php?ido=relatorioparametrizado.exibeRelatorio&relatorioPadrao=true&idUc=332
 
|Sources=http://sistemas.mma.gov.br/cnuc/index.php?ido=relatorioparametrizado.exibeRelatorio&relatorioPadrao=true&idUc=332
  

Edição das 18h12min de 30 de maio de 2015



Arquivo:Logomarca.jpg

Parque Estadual Paulo César Vinha
Esfera Administrativa: Estadual
Estado: Espirito Santo
Município: Guarapari
Categoria: Parque
Bioma: Mata Atlântica
Área: 1500
Diploma legal de criação: Lei ordinária nº 4903, de 02/05/1994
Coordenação regional / Vinculação: Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo
Contatos: Endereço: Rodovia ES - 060, Km 37,5 - Guarapari - Guarapari/ES - CEP 29754-123

E-mail: pepcv@iema.es.gov.br

Telefone: (27) 3242-3665

Localização

Localizado na região nordeste do Município de Guarapari, está dentro dos limites da APA (Área de Proteção Ambiental) de Setiba.

Marco importante: Ao Norte com o Loteamento Recanto da Sereia, ao Sul com o Loteamento Recreio de Setiba, a Oeste com a Rodovia do Sol - ES 060 e a Leste o Oceano Atlântico.

Coordenadas geográficas (UTM): 355852,83 W e 7728481,02 S e 351261,64 W e 7718374,24

Como chegar

  • Carro:

O acesso ao Parque, via de regra, é realizado utilizando-se o eixo rodoviário. O percurso de carro corresponde normalmente 30 a 40 minutos, de Vitória. Ouvindo-se moradores da região do entorno do parque nos questionários e em conversas informais, sobre o estado de conservação da ES 060 a opinião comum é de que a rodovia apresenta-se em bom estado de conservação e conta com serviço de apoio a situações emergenciais vinculado à Concessionária RODOSOL. Registram-se também a presença de algumas estradas vicinais nas imediações da referida Rodovia, constituindo uma delas uma via de interligação com a BR 101 – Sul, localmente denominada de “Rodovia do Mármore”.

  • Ônibus:

Para se chegar de ônibus deve-se pegar a linha Vitória x Guarapari da Viação Alvorada na cidade de Guarapari, Vila Velha ou Vitória. É só pedir ao cobrador para saltar em frente ao parque.

  • Embarcações:

O Parque pode ser acessado também por via marítima através embarcações.

  • Avião:

Os aeroportos mais próximos estão em Vitória, a 50 Km, com capacidade para receber vôos domésticos e previsão de receber também vôos internacionais e, o de Guarapari, a com capacidade para vôos regionais.

Ingressos

  • Período: 01/01 a 31/12
  • Dias da semana: Segunda a Domingo
  • Horários: 08:00 a 17:00 no inverno e de 08:00 a 18:00 no verão
  • Valor do ingresso: R$ 0,00
  • Portões de acesso: Rodosol

Onde ficar

  • Pousada e Camping Costa Mares
    • Endereço: Avenida Prefeito Epaminondas de Almeida, 219 - Praia de Santa Mônica, Guarapari - ES, 29221-010
    • Telefone:(27) 3262-1387
  • Pousada Recanto Setiba
    • Endereço: Rua Esmeralda, 11 - Setiba, Guarapari - ES, 29222-120
    • Telefone:(27) 3262-1511
  • Setiba Pousada Park
    • Endereço: Rua Vênus, 201, Setiba, Guarapari - ES, 29222-260
    • Telefone:(27) 3262-1751
  • Pousada Bem Te Vi
    • Endereço: Rua Venus, 251 - Praia de Setiba, Guarapari - ES, 29222-370
    • Telefone:(27) 3262-1498
  • Pousada Dom Silvério
    • Endereço: R. Eng. Moreira Caldas, 390 - Santa Monica, Guarapari - ES, 29220-620
    • Telefone:(27) 8186-1838

Objetivos específicos da unidade

O Parque Estadual tem por finalidade resguardar os atributos excepcionais da natureza na região, a proteção integral da flora, da fauna, do solo, das lagoas, das dunas e demais recursos naturais. Bem como sua preservação para objetivos educacionais, científicos e recreativos.

Histórico

A denominação inicial da Unidade era “Parque de Setiba” em razão da vinculação entre a origem da mobilização da sociedade civil advinda das constatações de degradação dos recursos naturais para a implantação do Loteamento Recreio de Setiba, em seu limite sul.

Após a morte do biólogo Paulo Cesar Vinha, assassinado no limite norte do Parque, em 28 de abril de 1993, o nome da Unidade foi modificado em sua homenagem.

A criação do PEPCV teve origens em questões de cunho urbanístico ambiental, relacionados a ações imobiliárias para implantação dos loteamentos Recreio de Setiba e Tropical Clube. As obras de abertura destes loteamentos promoveram desmatamentos indiscriminados, contrapondo-se à fragilidade e importância ecológica de uma região com elevado interesse de conservação e reconhecida como uma bacia hidrográfica da lagoa de Carais. Sob esta ótica, foram englobadas áreas onde o Governo do Estado previa implantar o empreendimento denominado Cidade do Sol, áreas remanescentes da antiga Fazenda Palmeiras e, ainda, parte do loteamento Recreio de Setiba.

Atrações

  • Educação ambiental:

Existe um Centro de Vivências, em que os monitores apresentam, com vídeos e slides do parque aos visitantes e ministram palestras sobre educação ambiental. As visitas em grupo devem ser marcadas com antecedência na sede administrativa.

  • Lazer:

O local é ótimo para mergulho, com águas rasas e claras e intensa vida submarina. Uma das principais atrações do Parque são as inúmeras lagoas que existem na região, além das dunas, alagados, áreas de manguezal, e a enorme variedade de espécies de frutos comestíveis.

  • Praias:

O parque compreende duas praias (a do Sol e a do Caraís) e, no mar, várias ilhas e pedras, como a de Alcaeira, a Toaninha, a Francisco Vaz, a Guararema, a das Guanchumbas, a Quitonga e a Pedra dos patos. A água do mar é azulada e transparente e o visitante pode tomar banho nas lagoas de água salgada e de água doce como a Lagoa Vermelha.

  • Trilhas:

O Parque possui duas trilha a da Crúsia (150 m) e até a Praia de Caraís (1,5 km), local de desova de tartarugas marinhas. A 1 km da praia está a Lagoa de Caraís ou Lagoa da Coca-Cola, com água escura, separada de Caraís por uma estreita faixa de areia.

  • Demais atrações:

Próximo à reserva, estão localizadas outros importantes pontos turísticos do Espírito Santo, como a praia da Ponta da Fruta, Setiba e o famoso balneário de Guarapari.

Aspectos naturais

Associação de areias quartzosas marinhas distróficas; Associação Gley úmido distrófico e Latossolo amarelo distrófico.

Associação de areias quartzosas marinhas distróficas; Associação Gley úmido distrófico e Latossolo amarelo

Faz parte da Bacia do Una, compreendida entre as Bacias do Rios Jucu e do Benevente.

Relevo e clima

Está situado entre as coordenadas geográficas 20º33'-20º38'S e 40º23'-40º26'W, à margem esquerda da rodovia do Sol (ES060) no sentido Norte/Sul, entre os quilômetros 23 e 24. O clima da região, segundo classificação de Koeppen, é do tipo Tropical Atlântico, com temperatura média anual de 23,3ºC, precipitação média anual de 1.307 mm e umidade relativa média anual de 80% , as temperaturas são normais, não apresentando grandes variações de temperatura, graças à proximidade com o litoral (maritimidade). O relevo é caracterizado por Planícies costeiras, Tabuleiros costeiros e Colinas e Maciços

Fauna e flora

Fauna

Há uma enorme diversidade de animais na região do parque, que habitam diversos ambientes, cada um com suas características e funções diferentes. Podem-se classificar as espécies em dois grupos distintos: espécies endêmicas e espécies indicadoras de qualidade ambiental. As espécies endêmicas são as que podem ser encontradas em apenas uma determinada região ou ecossistema, com exemplo espécies que vivem somente na Mata Atlântica e outros são encontrados apenas no Espírito Santo, caracterizam-se como espécies endêmicas dessas regiões. As espécies indicadoras de qualidade ambiental são tão sensíveis à qualquer alteração do meio ambiente, que podem desaparecer caso essas alterações aconteçam, a sua presença é um indicativo do bom estado de conservação da natureza. A fauna da área é rica, possuindo mamiferos como cachorro-do-mato, sagui-de-cara-branca, jaguatirica, ouriço-preto,papuaçu capivara, aves como sabiá-da-praia, garça-branca-grande,apuim-de-cauda-amarela e répteis como a jiboia além de muitos peixes, insetos, anfíbios.

Flora

O tipo de vegetação característico dessa região é a restinga, encontrada nas praias e planícies costeiras por todo litoral brasileiro. No parque são observadas desde plantas rasteiras até árvores com mais de 15 m de altura, contando com varias espécies de orquídeas, bromélias, clúsias, aroeiras, cactos e entre as espécies em via de extinção está a Jacquinia brasiliensis. Servem como abrigo e alimento para muitos animais encontrados nessa região, e é muito importante na fixação das dunas, evitando que a areia se espalhe. A restinga possui diversas fitofisionamias, diferenciando-se entre elas. Caracterizaram-se em 10 fitofisionomias de acordo com a influência do lençol freático, sendo elas: herbácea; não inundável; herbácea inundada; arbustiva fechada não inundável; arbustiva fechada inundável; arbustiva aberta não inundável; arbustiva aberta inundável; florestal não inundável; florestal inundável; florestal inundada.

Problemas e ameaças

  • Automóveis dentro do Parque

Problema mais comum e antigo é a entrada ilegal de carros e motos na praia e no interior do Parque. Apesar das placas avisando, não respeitam e isso pode acarretar em problemas ao meio ambiente. Em casos mais incomuns os automóveis percorrem o interior do Parque e as dunas. Esses carros passam por cima da vegetação que tem uma grande importância na fixação das dunas, Sem essa vegetação a areia é carregada alterando o ambiente, e invadindo ruas e casas. Outro impacto é em relação às tartarugas marinhas, pois os carros passam por cimas de seus ovos, impossibilitando que as tartaruguinhas nasçam.

  • Incêndios Florestais

Outro problema e ameaça são as queimadas que destroem boa parte da vegetação e consequêntemente eliminam vários habitats de outros seres, ocorrendo uma alteração significativa do meio ambiente. Devido a esses acontecimentos, foi criado um projeto chamado "Programa de recuperação e monitoramento pós-fogo do PEPCV", para recuperar parte da área queimada e pesquisar como a restinga comporta-se depois de incêndios.

  • Extração de areia

A extração de areia é um problema que deve ser fiscalizado, pois foi um dos motivos para a criação do Parque, o que mesmo depois desse fato ainda realizam a extração ilegal de areia. Ocorre principalmente à noite, onde retiram toda a vegetação, matando muitas espécies. Os animais acabam morrendo ou ficam sem lugar para sobreviver. É comum encontrar grandes buracos em que um dia foi uma bonita vegetação e que agora se transformaram em um ambiente degradado e sem vida.

  • Captura de aves

A captura de aves é algo preocupante, pois elas tem uma grande importância na natureza, já que ajudam a manter o equilíbrio do ambiente.

  • Coletas de plantas nativas

Na restinga, vivem muitas plantas bonitas, como as orquídeas e as bromélias. Mas a beleza se tornou uma ameaça, sendo utilizadas para a venda ou consumo, já que existem espécies com valor ornamental, medicinal e culinário. Mas cada planta tem uma importante função no ambiente. As bromélias por acumularem água, muitos animas utilizam-na como local para abrigar-se, alimentar-se ou reproduzir-ser. Retirar uma planta da restinga é ilegal e prejudica uma grande quantidade de seres vivos.

  • Espécies ameaçadas de extinção

Com a intensa destruição da natureza, varias espécies de animais e plantas estão ameaçadas de extinção. Podem desaparecer se não tiverem um local adequado para sobreviver. Principais motivos, além da destruição do ambiente natural, tem a caça e coleta desses animais e de plantas e a introdução de espécies exóticas no meio.

Fontes

http://sistemas.mma.gov.br/cnuc/index.php?ido=relatorioparametrizado.exibeRelatorio&relatorioPadrao=true&idUc=332

http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Estadual_Paulo_C%C3%A9sar_Vinha

http://www.meioambiente.es.gov.br/default.asp?pagina=16712