Mudanças entre as edições de "Área de Proteção Ambiental do Tapajós"
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Edição atual tal como às 20h42min de 14 de novembro de 2017
A APA do Tapajós foi criada em 2006 e corresponde a uma área de 2.040.000 hectares, inserida na Bacia Hidrográfica do Tapajós, sub-bacia do Jamanxim. A unidade de conservação é de categoria de uso sustentável.
Área de Proteção Ambiental do Tapajós |
Esfera Administrativa: Federal |
Estado: Para |
Município: Trairão (PA), Novo Progresso (PA), Jacareacanga (PA), Itaituba (PA) |
Categoria: Área de Proteção Ambiental |
Bioma: Amazônia |
Área: 2.040.000,00 hectares |
Diploma legal de criação: Decreto s/nº, de 13 de fevereiro de 2006 (criação) / Lei nº 12.678, de 25 de junho de 2012 (revisão de limites) |
Coordenação regional / Vinculação: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) - CR3 - Santarém/PA |
Contatos: Telefone: (93) 3518-4519
E-mail: apatapajos.pa@icmbio.gov.br |
Índice
Localização
Como chegar
Ingressos
Onde ficar
Objetivos específicos da unidade
Proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais.
Histórico
Atrações
Aspectos naturais
A APA do Tapajós está inserida na Bacia Hidrográfica do Tapajós, sub-bacia do Jamanxim. Os principais rios com ocorrência na APA Tapajós são: Tapajós, Jamanxim, Crepori e Novo. O rio Tapajós apresenta coloração verde-oliva nos trechos profundos e verde-esmeralda nas partes rasas, com fundo de areia branca. É, portanto um “rio de águas claras”, que se caracteriza pelo diminuto transporte de sedimentos argilosos, os quais se depositam a jusante das últimas cachoeiras, corredeiras e rápidos por ele vencidos antes de atingir a planície terciária. Essa deposição ocorre somente na época de grandes chuvas. Rios deste tipo ocorrem em regiões de perfis fortemente trabalhados e terraplanados, com relevo suave e bastante nivelado, que podem oferecer somente pequenas quantidades de materiais em suspensão nas águas. O rio Tapajós é um dos mais extensos da bacia Amazônica e desce do sul do Planalto Sul-amazônico, sendo formado pelos rios Juruena e São Manuel ou Teles Pires.
Relevo e clima
O relevo pode ser dividido em três subdomínios geomorfológicas, de acordo com critérios de declividade, forma e altitude que seguem: colinas, morros de topos arredondados e morros de topos alongados. O relevo arrasado colinoso está ligado ao domínio morfoestrutural Depressão Jamanxim-Xingu e faz parte de relevos elaborados em rochas cristalinas com ampla distribuição que se desenvolveu principalmente sobre o embasamento ígneo e metamórfico. Possui uma superfície de piso dissecada em colinas com vales puco profundos onde se destacam as inselbergues na paisagem. A superfície interpenetra-se aos Planaltos Residuais do Sul do Pará e faz contato nítidos com os relevos elevados dos planaltos e localmente há contato por meio de escarpas. O relevo de degradação é marcado pela dissecação das colinas por ação do clima úmido atual.
Fauna e flora
Problemas e ameaças
Desmatamento