Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense

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Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense
Esfera Administrativa: Estadual
Estado: Maranhao
Município: Pinheiro, Turilândia, Arari
Categoria: Área de Proteção Ambiental
Bioma: Amazônia
Área: 1775036
Diploma legal de criação: Decreto 11.900, de 11/06/1991
Coordenação regional / Vinculação: SEMA/MA - Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão
Contatos: Endereço: Av. dos Holandeses, n° 04, Quadra 06, Edifício Manhattan, Calhau - Calhau - São Luís/MA - CEP: 65.071-380

E-mail: cmcosta@sema.ma.gov.br

Telefone: (98) 3194-8900 e (98) 9171-7117

Localização

A APA da Baixada Maranhense localiza-se no extremo norte do Estado do Maranhão, na Amazônia Legal maranhense. Abrange 22 municípios e limitando-se ao norte com a Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses.

Como chegar

Ingressos

Onde ficar

Objetivos específicos da unidade

Disciplinar o uso e ocupação do solo, a exploração dos recursos naturais, as atividades de pesca e caça predatórias, criação de gado bubalino para que não venham a comprometer as biocenoses daqueles ecossistemas, a integridade biológica das espécies, os padrões de qualidade das águas e que não perturbem os refúgios de aves migratórias.

Histórico

Designada como Sítio Ramsar em 2000. Representa o maior conjunto de bacias lacustres do Nordeste.

Atrações

Aspectos naturais

Está localizada em terrenos de formação geológica recente do Terciário e Quaternário. O solo é argiloso, pouco consolidado, com grande retenção de água.

Durante as cheias, ocorre o transbordamento dos rios, formando-se numerosos lagos. Os rios da Baixada Maranhense são típicos de planícies, caracterizados por baixo declive nos trechos médio e baixo. A região é drenada pelos rios Mearim, Pindaré, Grajaú, Pericumã e afluentes.

Relevo e clima

Possui características fisiográficas marcantes como terras baixas, planas, inundáveis, caracterizadas por campos, matas de galeria, manguezais e bacias lacustres.

Nos estuários, os manguezais ocorrem penetrando os igarapés, por entre os campos, até onde existe influência das marés.

Na época das chuvas, de dezembro a julho, os campos baixos ficam alagados, restando ilhas de terras firmes e áreas de campos em terreno um pouco elevado, chamadas regionalmente de "teso".

Fauna e flora

Os babaçuais ou cocais são um tipo de ecossistema característico da área.

A avifauna, principalmente na Sub-Área do Baixo Mearim-Grajaú, é pouco perturbada e representa o mais extensivo refúgio às aves migratórias do Nordeste Brasileiro, abrigando populações significativas de várias espécies aquáticas, incluindo uma série de espécies raras.

A região também é importante para a preservação do peixe-boi (Trichechus manatus'), no Baixo Mearim, espécie ameaçada de extinção.

Problemas e ameaças

  • Gestão de Resíduos Sólidos
  • Construção de tanques para piscicultura
  • Fiscalização insuficiente
  • Falta de instrumentos de gestão da APA
  • Caça predatória da jaçana (Jacana jacana)
  • Caça predatória da japiaçoca (Porphyrula martinica)

Fontes

http://observatorio.wwf.org.br/unidades/cadastro/490/

http://sistemas.mma.gov.br/portalcnuc/rel/index.php?fuseaction=portal.exibeUc&idUc=1887

http://www.mma.gov.br/estruturas/205/_arquivos/apa_baixada_205.pdf